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31.3.07

GOYA, o gênio atormentado































Francisco José de Goya y Lucientes nasceu em Fuendetodos, Saragoça, em 30 de março de 1746. Ainda jovem conseguiu uma bolsa na Real Academia de San Fernando em Madri.


Em 1786 foi nomeado pintor da corte por Carlos III, nomeação confirmada por Carlos IV. Em 1799, era o primeiro pintor da corte, mas retirou-se em 1808, quando o trono foi ocupado por José Bonaparte.


Reassumiu o cargo em 1814, com Fernando VII, mas a restauração do absolutismo levou-o a isolar-se na Quinta del Sordo, e em 1824, a mudar-se para Bordéus, na França.


Goya começou sua obra pelos afrescos convencionais da capela de Nuestra Señora del Pilar, em Saragoça. Pintou em 1787 "O prado de São Isidro". Suas inclinações realistas só se afirmaram a partir de 1792, em quadros como "O manicômio", "O tribunal da Inquisición", "Procissão de flagelantes" e o mais marcante "O funeral da sardinha", cenas realistas em que há um fluxo subterrâneo de visões fantásticas.


Em 1800, no auge do prestígio, pintou seus quadros mais discutidos, "Maja desnuda" ("Mulher despida") e "Maja vestida", e o famoso "A família de Carlos IV", que é um exemplo de como introduzia traços grotescos nas figuras. Em todos o realismo ora explode em erotismo, ora detém-se na análise desapiedada dos modelos.


Goya pintou também os episódios da invasão francesa, como o "Três de maio", que representa uma cena de fuzilamento de composição insólita. "Sabá das bruxas" e "Saturno" são o ápice da carreira e manifestam uma visão sombria da realidade.


Goya foi tão importante na pintura quanto na gravura, onde pôde manifestar de forma extremamente expressiva o espírito do humor espanhol, que tende para a deformação e até para o trágico. Predominam a sátira social, cheia de sarcasmo, os motivos eróticos e a feitiçaria, como obra oposta à razão, pois Goya era um iluminista e fustigava as crendices do tempo. Emblemática é a que traz a inscrição "O sono da razão produz monstros". O charlatanismo, a avareza, a vaidade, são seus alvos.


A sátira está entretanto ausente na coleção mais célebre de Goya, "Os desastres da guerra" (1810-1814), na qual o artista rememora as atrocidades das invasões napoleônicas na Espanha. É também o Goya mais "heróico", que exalta os patrícios -- sobretudo as mulheres -- e mostra a infâmia dos invasores: uma sucessão de mutilações, fuzilamentos, saques, tentativas de estupro e outros males da guerra.


A coleção de gravuras "Tauromaquia" escapa desse universo atormentado, para mostrar as façanhas e heróis célebres da plaza de toros. Nessa coleção, editada em 1816, Goya desenvolve um clima de dinamismo e tensão raros na arte da gravura.


Por volta de 1819, realizou o último dos seus conjuntos e o de mais difícil abordagem, os "Disparates". Há neles um caráter crítico, em que volta o gênio sarcástico de "Os caprichos", mas os temas são genéricos e há maior liberdade de composição e de proporção das figuras.


Existe ainda uma pequena série de obras litográficas. Das águas-fortes dispersas a mais impressionante é a intitulada "O colosso", um gigante sentado defronte a um quarto crescente, com o rosto voltado para o contemplador, talvez o emblema mais contundente dos enigmas de seu gênio artístico. Goya morreu em Bordéus, em 16 de abril de 1828.


©Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.


Fonte do texto: www.pitoresco.com.br









































ERASMO E A BESTA (VERSÃO EM AUDIO)

Clique no link abaixo e vc vai ouvir a versão narrada de meu conto "Erasmo e a besta" feita pelo locutor Guto Russel, do Paraná direto para a Câmara dos Tormentos. Esse Guto... Grande profissional! Valeu Orson Welles do terror brazuca!

http://recantodasletras.uol.com.br/audio.php?cod=2716

GUSTAVE DORÉ

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Paul Gustave Doré (Estrasburgo, 6 de janeiro de 1832 - 23 de janeiro de 1883) foi pintor, desenhista e o mais produtivo e bem-sucedido ilustrador francês de livros de meados do século XIX. Seu estilo se caracteriza pela inclinação para a fantasia, mas também produziu trabalhos mais sóbrios, como os notáveis estudos sobre as áreas pobres de Londres, realizados entre 1869 e 1871.

Filho de um engenheiro, começou a desenhar já aos treze anos suas primeiras litogravuras e aos catorze publicou seu primeiro álbum, intitulado "Les travaux d'Hercule" (Os Trabalhos de Hércules). Aos quinze anos engajou-se como caricaturista do "Journal pour rire", de Charles Philipon. Neste mesmo ano - 1848 - estreou no Salão com dois desenhos a pena.

Em 1849, com a morte do pai, já reconhecido apesar de contar apenas dezesseis anos. Passa a maior parte do tempo com a mãe. Em 1851 realiza algumas esculturas com temas religiosos e colabora em diversas revistas e com o "Journal pour tous". Em 1854 o editor Joseph Bry publica uma edição das obras de Rabelais, contendo uma centena de gravuras feitas por Doré. Entre 1861 a 68 realiza a ilustração dA Divina Comédia, de Dante Alighieri.

Após algum tempo desenhando diretamente sobre a madeira e tendo seus trabalhos gravados por amigos, iniciou-se na pintura e na escultura, mas suas obras em tela e esculturas não fizeram tanto sucesso como suas ilustrações em tons acinzentados e altamente detalhadas.

Com aproximadamente 25 anos, começou a trabalhar nas ilustrações de O Inferno de Dante. Em 1868, Doré terminou as ilustrações de O Purgatório e de O Paraíso, e publicou uma segunda parte incluindo todas as ilustrações de A Divina Comédia.

Sua paixão eram mesmo as obras literárias. Ilustrou mais de cento e vinte obras, como os Contos jocosos, de Honoré de Balzac (1855);Dom Quixote de la Mancha, de Miguel de Cervantes (1863);O Paraíso Perdido, de Milton; Gargântua e Pantagruel, de Rabelais; O Corvo, de Edgar Allan Poe; a Bíblia; A Balada do Velho Marinheiro, de Samuel Taylor Coleridge; contos de fadas de Charles Perrault, como Chapeuzinho Vermelho, O Gato de Botas, A Bela Adormecida e Cinderela, entre outras obras–primas. Ilustrou também alguns trabalhos do poeta inglês Lorde Byron, como As Trevas e Manfredo.

Em 1869, Doré foi contratado para ilustrar o livro Londres: Uma Peregrinação, muito criticado por, supostamente, retratar apenas a pobreza da cidade. Mas apesar de todas as críticas, o livro foi um sucesso de vendagem na Inglaterra, valorizando ainda mais o seu trabalho na Europa. Ganhou muito dinheiro ilustrando para diversos livros e obras públicas, mas nunca abriu mão dos trabalho desenvolvidos apenas para seu prazer pessoal.

Gustave Doré morreu aos 51 anos, pobre, pois todo o dinheiro que havia ganho com o seu trabalho foi utilizado para quitar diversas dívidas, deixando incompletas suas ilustrações para uma edição não divulgada de Shakespeare, entre outros trabalhos.

Legado

Gustave Doré foi um marco na arte da ilustração, influenciando os ilustradores que o sucederam.
Na pintura encontram-se suas principais obras: L'Enigme (hoje no Musée d'Orsay) e Le Christ quittant le prétoire (1867-72), um painel medindo 6 metros de altura por 9 de comprimento. Este quadro foi restaurado entre 1998-2003, pelo Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Estrasburgo, num salão dedicado a este fim e que ficou aberto à visitação durante todo o trabalho.

Em 1931 Henri Leblanc publicou um catálogo que procedeu ao inventário completo das obras de Doré, contendo 9.850 ilustrações, 68 libretos musicais, 5 cartazes, 51 litografias originais, 54 sumi-e, 526 desenhos, 283 aquarelas, 133 pinturas e 45 esculturas.

Principais obras ilustradas por Gustave Doré

Le Petit Chaperon rouge
Gustave Doré ilustrou mais de cem obras-primas da literatura universal. Dente estas, destacam-se:

François Rabelais : œuvres, éd. J. Bry, 1851, 104 ill.
Condessa de Ségur : Nouveaux contes de fées, Hachette, 1857, 20 vign.
Hippolyte Taine : Voyage aux Pyrénées, 1858
Dante Alighieri : A Divina Comédia, 1861, 136 ill. et L'Enfer.
Gottfried August Bürger : Münchhausen, Frune, 1862, 158 ill.
Miguel de Cervantes : Don Quixote, 1863, 377 ill.
Maxwell : Sindbad, o marinheiro, 1865
Théophile Gautier : Le Capitaine Fracasse, 1866, 60 ill.
Victor Hugo : Les travailleurs de la mer, 1867, 22 ill.
Jean de La Fontaine : Fábulas, 1868, 248 ill.
Bíblia : tradução de Bourassé e Janvier, apelidada de Bible de Tours, 1843
Samuel Coleridge : The rime of the Ancient Mariner, 1876
Lord Byron : l'œuvre, éd. J. Bry.
Charles Perrault : contos (Barba-Azul, Cendrillon, Le Chat botté, Chapeuzinho Vermelho, O Pequeno Polegar, Riquet à la houppe).

Gravuras de Gustave Doré





A ARTE MACABRA DE HENRY FUSELI (Johann Heinrich Füssli)













































Henry Fuseli


Johann Heinrich Füssli, também conhecido como Henry Fuseli ou Fusely, pintor suíço (Zurique, 7 de Fevereiro de 1741 - Putnry Hill, 16 de Abril de 1825).


Após estudar com o pai, que também era pintor, foi obrigado a deixar a sua cidade natal, Zurique, na Suíça em 1763 por motivos políticos/religiosos - era pastor, mas foi expulso de sua Igreja devido à ousadia de seus sermões. Seguiu então para a Alemanha, onde estudou estética com Sulzer. No ano seguinte, Füssli passa a viver na Inglaterra. Entre os anos de 1769 e 1778, vive na Itália, particularmente em Roma, onde passou a copiar as obras de artistas antigos e de Michelangelo. Na volta à Inglaterra, dedicou-se tanto aos trabalhos em pintura como aos literários, tornando-se representante do romantismo inglês.

Com o pai, historiador de arte e propagador das teorias de Mengs e Winckelman, Füssli aprendeu os princípios básicos das obras da antigüidade clássica e do renascimento. Entretanto, desde o princípio seu estilo foi bem diferente. A arte pictórica de Füssli, marcada pelo aspecto passional, pelo interesse dedicado às emoções e aos estados de ânimo, assinala um dos primeiros exemplos típicos da sensibilidade romântica. Em geral, tirava seus temas das obras de Shakespeare, que admirava. Sua pintura se caracterizou por uma composição dramática e ao mesmo tempo dinâmica, embora leve, quase neomaneirista.

Durante sua estada na Itália, com o objetivo de estudar de perto os grandes mestres, deixou-se cativar por Rosso e Pontormo, e muito particularmente por Michelangelo. Seus personagens solitários parecem prestes a ser devorados por uma realidade de cores escuras em que se movimentam e que lembra muito os quadros de Goya, paradigma do espírito romântico.

Füssli colaborou com inúmeras telas para uma galeria shakespeariana e para uma galeria miltoniana, compondo em cinqüenta quadros uma representação do Paraíso Perdido, de Milton. Em 1790, era membro da Royal Academy e sua obra constitui um importante elo entre o Neoclassicismo e o Romantismo.
Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão: A três bruxas de Macbeth, de 1783, Sonho de uma noite de verão, de 1788, O pesadelo, de 1782 e O Despertar de Titânia, 1775, algumas como representações macabras do amor não correspondido, que era um dos impulsionadores do movimento romântico.

(FONTE DO TEXTO E DAS GRAVURAS: http://www.contestado.com.br/)

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